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História interativa

La Bela e o Gordom

La história de jesus um gordom que deside assistir na academia WG Fitnees e se enamora da garota mais Bella da academia

Jogue as primeiras cenas de graça. Sem cadastro.

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…Jesus fez o abdominal com dificuldade, os olhos fixos no relógio da parede. Quando terminou, estava exausto, mas feliz. Ele tinha sobrevivido ao primeiro treino. No vestiário, tomou um banho rápido e vestiu a camisa. Ao sair, passou pela recepção e viu a garota loira conversando com a recepcionista. Ele baixou a cabeça e acelerou o passo. — Até amanhã! — ouviu atrás de si. Era a voz dela. Jesus virou e deu um sorriso tímido. — Até amanhã. Ele saiu da academia com o coração leve e as pernas pesadas. A noite caía sobre a cidade, e ele sabia que amanhã estaria de volta. Não apenas pelos exercícios. Mas por aquele sorriso que parecia ter sido feito para ele.

Na manhã seguinte, Jesus acordou dolorido. Cada músculo doía como se tivesse sido espremido por dentro. Tentou se espreguiçar e gemeu baixinho, mas por dentro reconhecia o orgulho de quem realmente tentou.

O café da manhã foi apressado, pão com manteiga e café preto, e logo ele já estava parado diante do espelho do banheiro, olhando para si mesmo. Havia algo diferente ali — não no corpo, mas no olhar. Um brilho discreto, talvez esperança, talvez ansiedade. Ele sorriu para si, ajeitou a camisa e pegou a mochila.

No ônibus, mesmo com os solavancos, a lembrança do sorriso dela voltava como um refrão. O tempo inteiro, o nome dela martelando na cabeça — mas ele nem sabia seu nome. Era "a garota mais bela da academia", e só. No trajeto até a academia, Jesus passou a mão suada na testa, pensando no que faria se a visse de novo.

Chegou cedo, quase dez minutos antes do horário de abertura. A recepcionista ainda estava subindo as persianas quando viu Jesus e sorriu, simpática. — Já está animado, hein? Pode ir entrando, vou liberar seu acesso.

O saguão ainda estava vazio. O cheiro do produto de limpeza misturava-se ao aroma de café vindo da sala dos funcionários. Ele deixou a mochila no vestiário, trocou de roupa e, respirando fundo, foi para a sala de musculação.

Antes mesmo de ligar o equipamento, viu um movimento pelo espelho: o rabo de cavalo loiro, a silhueta atlética. Ela chegou alguns minutos depois, cumprimentando a recepcionista e, num gesto automático, colocou os fones de ouvido. Mas, por um instante, o olhar dela cruzou o dele. Um aceno breve, cúmplice, como se dissessem: "Lá vamos nós de novo".

O instrutor não estava presente ainda, então Jesus decidiu aquecer sozinho. Pegou um colchonete, deitou, tentou fazer alguns abdominais, falhou na terceira repetição. Respirou fundo. Era preciso persistência.

De repente, a garota loira estava ao lado, pegando pesos pequenos. Ela olhou para Jesus e tirou um dos fones de ouvido. — Hoje é abdominal, né? Disse, rindo.

O rosto de Jesus ficou vermelho, mas ele não desviou o olhar. — Tento, mas tá difícil.

Ela se sentou ao lado dele no colchonete, ainda sorrindo. — Vem, a gente faz juntos. Assim passa mais rápido.

O coração de Jesus disparou. Sem saber como agir, apenas se posicionou ao lado dela, copiando os movimentos. A cada subida, sentia o cheiro de shampoo e ouvia a respiração dela, tranquila, ritmada. Quase esqueceu da dor.

Quando terminaram, ela ficou sentada, apoiando-se nos braços, olhando para o teto. — Você vai ver. Em duas semanas, já vai estar acostumado. Ah, eu sou a Bela.

O nome soou como uma piada do destino. Jesus riu, sentindo-se mais leve. — Eu sou Jesus.

Bela estendeu a mão, forte e quente. O toque dela parecia aquecer algo dentro dele.

De repente, alguém entrou apressado na sala: era o instrutor. — Vocês já começaram sem mim? Gostei de ver!

O olhar do instrutor passou dos dois para a planilha em sua mão. — Jesus, hoje vamos tentar um circuito leve. Bela, vai para o supino?

Ela levantou-se, mas antes de ir, olhou para Jesus, sorrindo de novo. — Depois quero ver seu progresso, hein.

Jesus assistiu Bela se afastar, o coração batendo forte, uma sensação nova crescendo dentro do peito. Algo entre nervosismo e expectativa. A aula começou, mas sua atenção estava dividida entre os exercícios e o último sorriso dela, agora gravado com nitidez na memória.

No fim do treino, quase sem perceber, Jesus encontrou Bela de novo na área de alongamento. Ela estava sentada, puxando a perna esquerda para trás, o rosto levemente suado, mas ainda linda de um jeito absurdo. Ao perceber Jesus, ela fez sinal para que ele se sentasse ao lado. O silêncio entre os dois era confortável, como se alguma cumplicidade já tivesse nascido ali.

Quando terminaram, Bela se levantou, pegou a toalha e — inesperadamente — tocou de leve no braço dele. — Até amanhã, Jesus. Ou... — ela olhou nos olhos dele, rindo — quem sabe mais tarde, se topar tomar um suco comigo.

O convite ficou no ar, cheio de possibilidades.

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